terça-feira, 22 de setembro de 2020

ABIN LANÇA EDITAL PARA MESTRADO EM SEGURANÇA CIBERNÉTICA

 


A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), por meio da Escola de Inteligência (Esint), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), lança edital com 33 vagas para o Mestrado Profissional em Segurança Cibernética. O edital encontra-se disponível no endereço https://ppee.unb.br/?page_id=1473.

É o primeiro mestrado profissional dedicado exclusivamente à Segurança e Inteligência cibernética no Brasil. Serão contemplados na oferta de vagas servidores da ABIN, valorizando os profissionais da Agência; servidores pertencentes a órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), fortalecendo a integração do SISBIN; e, por fim, cidadãos da comunidade acadêmica, favorecendo o debate científico e o fomento da inovação.

A divulgação dos resultados de todas as etapas estará disponível no endereço eletrônico http://www.ppee.unb.br.

 Linhas de pesquisa

As linhas de pesquisa contidas no edital alinham-se com uma das diretrizes da Política Nacional de Inteligência (PNI) – aprovada pelo Decreto nº 8.793, de 29 de junho de 2016 –, de “expandir a capacidade operacional da Inteligência no espaço cibernético”.

Também há relação com a Estratégia Nacional de Inteligência (Enint) – aprovada pelo Decreto de 15 de dezembro de 2017 –, que estabelece como um dos eixos estruturantes para a efetividade da Atividade de Inteligência a “Tecnologia e Capacitação”.

domingo, 13 de setembro de 2020

ENTENDENDO A DIFERENÇA ENTRE UM IDS/IPS

 


Tanto o IDS quanto o IPS fazem parte da infraestrutura de rede. A principal diferença entre eles é que o IDS é um sistema de monitoramento, enquanto o IPS é um sistema de controle.

Um Intrusion Detection Systems (IDS) analisa o tráfego de rede em busca de assinaturas que correspondam a ataques cibernéticos conhecidos. O IDS não altera os pacotes de rede de forma alguma. Já o Intrusion Prevention Systems (IPS) também analisa os pacotes, mas pode impedir que este seja entregue, da mesma forma que um firewall impede o tráfego por endereço IP, com base no tipo de ataque que detecta mitigando a ação de uma ameça.

O IDS requer que um ser humano ou outro sistema analise os resultados e determine quais ações tomar a seguir, o que pode ser um trabalho muito massante, dependendo da quantidade de tráfego de rede gerado a cada dia. O IDS é uma ferramenta de análise forense post-mortem melhor para o CSIRT usar como parte de suas investigações de incidentes de segurança.



 

O objetivo do IPS, por outro lado, é capturar pacotes perigosos e descartá-los antes que atinjam seu destino. É mais passivo do que um IDS, simplesmente exigindo que o banco de dados seja atualizado regularmente com novos dados de ameaças. Mantenha-os atualizados e esteja preparado para fazer ajustes manuais quando um novo ataque acontecer e / ou a assinatura do ataque não estiver no banco de dados.

Para aprofundamento do tema, segue um vídeo bem interessante feito pela SegInfo Brasil o qual trás mais detalhes e comparações entre essas ferramentas.  O vídeo é um complemento ao curso Segurança  em Redes de Computadores ideal para quem quer ingressar na área de segurança ou que já trabalha com Redes de Computadores e quer colocar uma segurança a mais em seu ambiente.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

NIST E AS BOAS PRÁTICAS DE SEGURANÇA NO BGP

A Internet opera em um sistema frágil de confiança, onde todos contam com todos para fornecer informações corretas sobre outras máquinas. O NIST ( National Institute of Standards and Technology’s) desenvolveu recomendações sobre como proteger o BGP (Border Gateway Protocol, RFC 4271) - o protocolo padrão para roteamento na Internet - para manter essa confiança.

Este documento descreve como a Route Origin Validation (ROV) pode proteger o BGP de sequestro de rota, onde pessoas má intencionadas, anunciam uma rota maliciosa para enviar tráfego para servidores e roteadores ilegítimos. ROV é uma técnica que pode verificar a autenticidade de cada parada entre o emissor da informação e o receptor.

BGP é o protocolo de roteamento padrão usado por roteadores conectados na internet. As organizações publicam informações sobre a rota mais rápida - mais eficiente - a ser seguida para alcançar sua rede, e os roteadores usam o BGP para encontrar essas informações. Se algo der errado ao longo dessa rota, o roteador pode publicar informações alternativas para que o fluxo de tráfego não seja interrompido.


O BGP foi escrito sob a suposição de que ninguém "mentiria" sobre as rotas, portanto, não há processo para verificar os anúncios publicados. Se alguém publicar informações de rota incorretas, os roteadores moverão o tráfego ao longo dessa rota. Os usuários não sabem que estão sendo enviados para o servidor errado ou que suas informações passaram por redes (ou países) que podem espionar suas atividades. Quando a troca de informações de rota é imprecisa (seja feita de forma maliciosa ou acidental), o tráfego tomará caminhos ineficientes pela Internet, chegará a sites maliciosos que mascaram destinos legítimos ou nunca chegará ao destino pretendido.

O  NIST Cybersecurity Practice Guide demonstra uma PoC (proof-of-concept) de como BGP Route Origin Validation (ROV) pode ser implementado com Resource Public Key Infrastructure (RPKI) para endereçar e resolver rotas de rede errôneas que estão sendo trocadas. O RPKI foi proposto em 2013 como RFC 6810 para usar pares de chaves criptográficas público-privadas para validar se as redes têm ou não permissão para fazer seus anúncios de rota BGP.

Desenvolvido em cooperação com AT&T, CenturyLink, Cisco, Comcast, Juniper, Palo Alto Networks e George Washington University, o Draft SP 1800-14 descreve como o ROV pode reduzir o número de sequestros de rota, garantir que o tráfego chegue ao seu destino e ajudar os operadores de rede a decidir o que fazer se outra rede não estiver usando ROV e acionar alertas quando alguém estiver anunciando rotas inválidas. Embora a necessidade de proteger o BGP seja bem compreendida. 

No Brasil, o NIC.br, lançou alguns tutoriais sobre a utilização e implantação das chaves RPKI. [Tutoriais RPKI]

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Recomendamos o Treinamento em Segurança de Redes de Computadores da SegInfo Brasil que ajudara a pôr em prática a base teórica da área de segurança no seu ambiente de trabalho. 



quarta-feira, 9 de setembro de 2020

[EVENTO] - O PILAR HUMANO DA LGPD



Pensa com a gente:

Você investiu ou está investindo em todo mapeamento de dados pessoais da sua empresa. Investiu em novas tecnologias para mitigar o vazamento das informações. Nomeou ou contratou o DPO.

Sabemos dos investimentos e tempo dedicados até aqui. Agora imagine os colaboradores da sua empresa compartilhando, por exemplo, a planilha de funcionários contendo informações pessoais...

Todas as PESSOAS da sua empresa já estão preparadas para apoiar a estratégia de LGPD?

Participe do painel de debates para saber quais papeis e responsabilidades das pessoas e por onde começar, na prática, o processo de educação!

O evento ocorre no dia 16 de setembro de 2020 as 17hs.

>>> LINK DE INSCRIÇÃO <<<

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Querendo aprender mais sobre segurança de redes de computadores? Recomendamos o treinamento Segurança em Redes de Computadores da SegInfo Brasil. Com um metodologia simples, o aluno aprende os conhecimentos teórico aplicado a prática. Assista a um vídeo demostrativo clicando na imagem ou no link:

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